domingo, 10 de abril de 2011

Alguns acidentes aéreos em Goiânia

Um avião da TAM retornou ao aeroporto de Santa Genoveva, em Goiânia (GO), na tarde desta sexta-feira (12), pouco tempo após a decolagem após atingir um pássaro. As informações são do Batalhão do Corpo de Bombeiros do aeroporto, que foi acionado para atender a ocorrência.

O Airbus A320-200 decolou às 13h44 e tinha como destino o aeroporto de Congonhas, em São Paulo (voo JJ-3463). No entanto, pouco tempo depois, o piloto relatou que iria retornar à Goiânia porque atingiu um pássaro, que teria entrado na turbina.

Todos os órgãos de segurança foram acionados, inclusive ambulâncias, mas, conforme os bombeiros, nada foi utilizado. Às 14h30, o avião pousou com segurança.

A aeronave teve o motor esquerdo danificado.

Os 174 passageiros da aeronave seguirão rumo a Congonhas em outro avião. A Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) não divulgou mais detalhes sobre o incidente.

Procurada pelo iG, a TAM disse que ainda estava investigando as circunstâncias do incidente e não se pronunciou sobre o assunto.

Fontes: iG / O Globo







OCEANAIR SOFRE PANE EM GOIÂNIA


Passageiros da companhia OceanAir passaram momentos de apreensão ontem à tarde no Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia. Ao todo, 25 pessoas embarcaram no vôo 6121, que saiu de Brasília (DF), fez escala em Goiânia e que tinha como destino final o Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP). A decolagem do Aeroporto Santa Genoveva estava prevista para as 13 horas, mas foi abortada com a aeronave ainda em solo, quando o comandante detectou um problema no motor esquerdo do avião. Este é o segundo incidente envolvendo a companhia OceanAir em Goiânia em menos de três meses.

Segundo informou, por telefone, a assessoria de Comunicação da empresa, localizada em São Paulo (SP), a aeronave, um Fokker 100 (MK-28), apresentou um defeito no "start do motor esquerdo, que travou", conforme explicou a assessoria, o que impediu a decolagem.

Todos os 25 passageiros foram reacomodados no vôo1985, da Gol, que partiu 2h45 mais tarde, às 15h45. A aeronave pousou no aeroporto de Guarulhos às 17 horas. A assessoria de Comunicação da OceanAir não soube informar ao Popular se, no momento em que o problema no motor foi detectado, o piloto já havia iniciado os procedimentos para a decolagem.

O Fokker 100 (MK-28) permaneceu no pátio do Aeroporto Santa Genoveva para reparo. Somente após a troca da peça com defeito e a realização de testes para confirmar que o problema foi solucionado, a OceanAir voltará a operar com o aparelho. O Popular entrou em contato com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em Goiânia e em Brasília, mas até a conclusão desta edição, não obteve informações detalhadas sobre o ocorrido com a aeronave.

No dia 16 de março deste ano, um avião da OceanAir com o mesmo modelo da que registrou o defeito ontem, em Goiânia, também sofreu uma pane na turbina esquerda no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro (RJ). Neste caso, os passageiros, que viajariam com destino a Brasília, foram removidos da aeronave para que houvesse reparo do defeito. Eles decolaram, no mesmo avião, cerca de 1 hora depois.

Fonte: Deire Assis (O Popular - GO)







AVIÃO É INVADIDO POR FUMAÇA, DIZEM PASSAGEIROS 







Passageiros reclamam de diversos problemas em viagem entre Fortaleza e Cuiabá. Comandante admite que houve 'problemas técnicos' em Goiânia.


Passageiros de um vôo entre Fortaleza e Cuiabá reclamam que a viagem já dura quase dois dias. Eles dizem que saíram da capital do Ceará na segunda-feira (7). A decolagem teria sido remarcada quatro vezes e teria atrasado seis horas.


Na escala em Brasília, eles afirmam que também sofreram com atrasos.


Na madrugada desta quarta-feira (9), o avião parou em Goiânia, e os passageiros reclamam que ele foi invadido por fumaça, acompanhada de cheiro forte de gás. Algumas pessoas dizem que passaram mal.

Horas depois da aterrissagem, funcionários da companhia ainda estavam dentro do avião. E os passageiros tentavam entender o que havia acontecido.


O comandante reconheceu que o avião teve "problemas técnicos".


Os passageiros foram encaminhados a hotéis da cidade. Nesta manhã, eles continuam em Goiânia, esperando um novo vôo.


Ao G1, a assessoria de imprensa da companhia aérea disse que está apurando o fato.


Fonte: G1






 Um avião da Gol teve problemas na decolagem no aeroporto Santa Genoveva, de Goiânia. O vôo tinha como destino o aeroporto internacional de Guarulhos 

 A aeronave seguia já em alta velocidade e estava no meio da pista de 2.200 metros, quando o piloto percebeu um aviso luminoso de problema hidráulico. Os passageiros que estavam a bordo disseram que o avião freou bruscamente e chegou a derrapar antes de parar totalmente, já quase no limite da pista. Segundo relatos, o bico do avião já não estava mais no solo na hora que o comandante abortou a decolagem, o que teria levado o avião a quicar na pista.
Por causa do incidente, confirmado pela Gol, o aeroporto de Goiânia teve pousos e decolagens suspensos por dez minutos. A Gol emitiu comunicado dizendo que todos os passageiros receberam assistência e foram reacomodados em outros vôos da malha aérea da empresa. O Boeing foi para manutenção. O vôo deveria ter saído de Goiás às 14h e chegado em São Paulo às 15h30.





Boeing 737-200 Varig


No dia 16 de setembro um Boeing 737-200 da Varig, prefixo PP-CJN sofreu um acidente ao pousar no Aeroporto de Goiânia (GYN). O vôo vinha de São Paulo e tinha como destino final Manaus. Abordo da aeronaves havia 62 passageiros e 5 tripulantes, dos quais apenas 2 passageiros tiveram ferimentos leves.
O acidente fez com que o Aeroporto Santa Genoveva ficasse fechado para pousos e decolagens. Durante a tarde a pista auxiliar foi liberada para a decolagem de 5 aeronaves que estavam no aeroporto, dentre elas um Boeing 737-200 da Vasp que estava aguardando autorização para voar para São Paulo. Mas no final da tarde a pista voltou a ser interditada por não ofere
cer condições para pousos noturnos. Mais de 18 vôos ficaram prejudicados no período de mais de 18 horas de interdição do terminal.




Obs: Hoje em Goiânia a antiga Oceanair atual Avianca, não opera no Santa Genoveva. (Infelizmente)

PROJETO DO NOVO AEROPORTO DE VITÓRIA


O novo aeroporto vai consumir
  • 8.65m3 de concreto Fck=35mpa
  • 39.500m2 de CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente)
  • Estrutura metálica com 1.287.610kg
  • Estaca metálica tipo trilho com 32.633m
  • 3 milhões de m3 de material de jazida (argila) escavado (para aterro do terreno e regularizações)
  • 890.705m de drenos verticais sintéticos para adensamentos de solo mole
Saiba mais sobre a concepção do projeto:
  • 2,1 milhões de passageiros por ano
TPS (Terminal de passageiros)
  • 26.578m2 de área construída
Pista principal de pousos e decolagens
  • 2.416 metros de extensão
  • prolongamento da atual de 1.750 metros para 2.050 metros, capaz de operar aeronaves do tipo Boeing 747
  • 153 pontos comerciais
  • Capacidade simultãea de 8 aeronaves
  • Seis novas pontes de embarque
  • Estacionamento com 1.000 vagas junto ao terminal de passageiros
  • Mudança da direção da pista, o que reduzirá consideravelmente a poluição sonora na região

Ao novo aeroporto será acrescentado um outro empreendimento: o Centro de Eventos e Convenções. Para o prefeito de Vitória, João Coser (PT), este é um dos investimentos mais importantes da cidade nos últimos tempos, pela sua capacidade de gerar arrecadação tanto para o Estado como para a capital. "Este empreendimento coloca Vitória na disputa por grandes eventos nacionais e internacionais, incrementando o turismo de negócios e de lazer. Um local que pode abrigar simultaneamente 15 eventos vai movimentar a cidade e estimular a vocação que Vitória tem para o setor de serviços. Esses novos investimentos trarão empregos diretos e indiretos e melhoria de qualidade de vida para a capital", acredita. Localizado na área do aeroporto, com frente para a Av. dalberto Simão Nader, próximo à praia de Camburi, o centro de convenções abrigará congressos, feiras, shows e eventos esportivos; A contrução será financiada co recursos do governo do Estado, da Prfeitura de Vitória, do Grupo de Recuperação Econômica do Espírito Santo (Geres), dos operadores responsáveis pela estruturação financeira do projeto, o Club Deal (instituto que assume também os riscos orçamentários e se ocupa de obter receitas antecipadas como publicidade, marketing e merchandising) e de empresas que adquirem antecipadamente as cotas para uso de espaços do Centro de Convenções. O prazo para a construção é de 24a 30 meses.

Projeções
Movimentação de Passageiros
Ano------------ Quantidade 2005...................1.438.761 2020...................4.464.020
Movimento de Aeronaves
de passageiros 2005...................46.827 2020...................106.633 de carga 2005...................2.444 2020...................5.516
Movimento de Cargas
carga Int. 2005...................7.045 2020...................33.625 carga doméstica 2005...................11.274 2020...................44.411 mala postal 2005...................3.728 2020...................11.468




IMAGENS DO PROJETO: Aqui vocês poderão ter uma exata idéia da grandiosidade deste empreendimento e de sua importância para Vitória. A nova Torre de controle (TWR) com sua arquitetura arrojada e moderna com posição estratégica dentro do sítio.





ÁREA DE ACESSO Sala de Embarque/Desembarque - Aeronave

Check in

TPS Vista do Estacionamento para o TPS - Entrada principal

Vista da implantação geral da ampliação no sítio


Convênio
A expectativa da Infraero, segundo o diretor de Engenharia e Meio Ambiente, Jaime Parreira, é de que todas as obras previstas estejam concluídas em setembro de 2013. O custo total está orçado em R$ 405 milhões. As obras de infraestrutura (pátio de aeronaves e pistas) serão feitas pelo Exército, por meio de convênio já assinado. Como são duas instituições públicas, não haverá necessidade de licitação e a obra ganhará celeridade. O Exército fará também, sem licitação, o projeto executivo do novo terminal de passageiros. Já a obra do novo terminal, um prédio de três pavimentos, deverá ser licitada. De acordo com Parreira, o atual convênio assinado com o Exército não prevê a construção do novo terminal de passageiros. A construção do novo terminal de cargas (Teca) tem início previsto para março de 2011 e conclusão para início de 2012. Com custo de R$ 55 milhões, o novo terminal, que hoje tem 3 mil m2 de área construída, passará a ter área de 27 mil m2. O pátio terá três posições para aeronaves cargueiras. A implantação do Teca é uma reivindicação dos empresários que atuam no comércio exterior. O vice-presidente da ONG Espírito Santo em Ação, Luiz Wagner Chieppe, disse que a área de estacionamento do aeroporto também será ampliada. Até setembro deste ano, estarão concluídas as obras de instalação dos módulos que ampliarão a capacidade das atuais salas de embarque e desembarque. O investimento é de R$ 5,3 milhões.
Uma obra que teima em não decolar
Reivindicação. A ampliação do aeroporto é uma reivindicação de quase duas décadas dos capixabas. O terminal, em funcionamento há muito tempo, não acompanha o crescimento da economia do Espírito Santo.
Decisão
O governo federal decidiu, em 2003, atender à reivindicação da sociedade capixaba. No começo de 2005 foram iniciadas as obras de ampliação e modernização do terminal.
Rescisão
Depois de problemas com superfaturamento, a Infraero optou pela rescisão do contrato no final do ano passado. Mais recentemente, o próprio projeto do novo aeroporto virou um problema. O Decea questiona a segurança de uma pista de mais de 1.900 metros no local, como quer a Infraero. Mesmo em meio a esse debate, a estatal elaborou novo cronograma com a conclusão das obras para setembro de 2013.
Plano de proteção já está nas mãos da procuradoria
Os diretores de Operações, João Márcio Jordão, e de Engenharia e Meio Ambiente da Infraero, Jaime Parreira, estiveram ontem na Procuradoria da República no Espírito Santo e entregaram ao procurador, Carlos Fernando Mazzoco, o novo Plano Específico de Zona de Proteção Aeroportuária (PEZPA) do Aeroporto de Vitória. Eles prometeram o novo Plano Diretor (PDIR) para a próxima sexta-feira. A Infraero resolveu tomar as medidas depois que Ministério Público Federal (MPF) abriu uma ação civil pública exigindo a atualização. Mazzoco quer que sejam contemplados, nos novos planos, os obstáculos agora existentes no entorno do terminal. Isso porque o PDIR em vigor foi aprovado em 1987 e o PEZPA é de 1994. União, Anac e Infraero são alvo da ação. Se a atualização dos dois planos feitos pela Infraero forem aprovados pelo Comando da Aeronáutica, o MPF colocará um fim na ação civil pública. A preocupação do MPF é com a segurança de usuários e moradores do entorno do terminal. São várias as construções que já estão na zona de aproximação das aeronaves e a situação só pioraria com o aumento da extensão da pista de 1.750 metros para 2.535 metros. Em março, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo divulgou um parecer técnico dizendo que, por não estar de acordo com o PEZPA, o projeto da nova pista do aeroporto não oferece um nível de segurança aceitável. A construção de uma pista com mais de 1.900 metros, segundo o Decea, faria com que construções já autorizadas no entorno virassem obstáculos. De acordo com a Infraero, na atualização dos planos, o tamanho da nova pista fica mantido. O comprimento total, com as áreas obrigatórias, é de 2.535 m. De pista útil, são 2.356 m. Segundo Jordão, a preocupação do MPF é a mesma da Infraero. "Não vamos fazer uma pista de um tamanho que não ofereça segurança", destacou. A elevação das cabeceiras, afirmou, é o recurso que será utilizado para eliminar os obstáculos que estejam nas rampas. O diretor da Infraero disse que a estatal ainda não foi notificada pelo MPF, mas decidiu antecipar as atualizações dos planos para esclarecer os questionamentos feitos.

Fontes: Tópicos, Notícias, Infraero e Gazeta on-line
Agradecimentos: Aerovix.com.br

"Esperamos que as obras saiam do papel em Vitória, e que não fique só no sonho como está sendo em Goiânia, Vitória sofre muito como Goiânia tem sofrido pela falta de infra-estrutura aeroportuária".
Equipe do Goiás e o Brasil na avição